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TUDO


A DIOR ESCOLHEU O RIO PARA ABRIR SEU PRIMEIRO SPA NA AMÉRICA LATINA. E ISSO DIZ MUITO SOBRE O NOVO LUXO.
A Dior escolheu o Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, para inaugurar seu primeiro spa permanente na América Latina. A abertura está prevista para novembro de 2026, dentro do novo Wellness Club do hotel, e marca mais um movimento da maison francesa em direção ao mercado de bem-estar. O endereço não foi escolhido por acaso. A relação entre a Dior e o Copa começou décadas atrás. Em 1961, a maison apresentou uma coleção de alta-costura nos jardins do hotel e, em 1975, utilizou
14 de out.3 min de leitura


POR UMA TARDE, A LULULEMON CRIOU SEU PRÓPRIO CLUBE DE TÊNIS EM BEVERLY HILLS
Com apenas 25 convidados, uma mansão em Beverly Hills e uma quadra transformada em cenário, a lululemon encontrou uma forma diferente de apresentar sua expansão no tênis. Em vez de lançar sua nova coleção de tênis em uma loja ou montar uma grande festa, a lululemon criou um clube particular que existiu por apenas algumas horas. A experiência aconteceu em 2025, dentro de uma propriedade privada em Beverly Hills. Quadra de tênis, piscina, jardins e a arquitetura da mansão f
9 de out.3 min de leitura


HERMÈS COLOCA NOVA YORK À MESA EM JANTAR PARA CELEBRAR NOVA BOUTIQUE NO BROOKLYN
Para marcar sua chegada definitiva a Williamsburg, a maison francesa transformou o skyline da cidade em uma instalação que atravessou a mesa de jantar e levou o conceito da arquitetura até o menu.
8 de out.2 min de leitura


A LVMH VAI ABRIR OS ATELIERS DA LOUIS VUITTON, DA CELINE E DA BERLUTI PARA QUALQUER PESSOA ENTRAR. DE GRAÇA.
De 16 a 18 de outubro, 65 casas do maior grupo de luxo do mundo abrem as portas em 11 países. A pergunta não é o que você vai ver lá dentro, é o que a LVMH está dizendo ao decidir mostrar.
5 de out.2 min de leitura


MAIS DE 70% DOS CONSUMIDORES DE LUXO PREFEREM EXPERIÊNCIA A PRODUTO.
Estratégia do mercado de alto padrão pode ser criar mais experiências para o cliente final.
21 de set.2 min de leitura


O LUXO VOLTOU A CRESCER EM 2026. MAS O CRESCIMENTO TEM UM PERFIL NOVO.
O mercado global de luxo projeta crescimento de 4% em 2026, após dois anos de instabilidade. A notícia boa é que o setor voltou. A notícia que exige leitura mais cuidadosa: esse crescimento está concentrado num segmento muito específico de consumidor, e as marcas que construíram estratégia sobre o acesso aspiracional estão sentindo um teto que não existia antes.
18 de set.2 min de leitura


O MOTOR CHINÊS DO LUXO DESACELEROU E AGORA AS MARCAS PRECISAM REAPRENDER A CRESCER.
Durante anos, a China foi a resposta automática para qualquer pergunta sobre crescimento no mercado de luxo global. Em 2026, o mercado chinês está flat, o consumidor está mais seletivo e as marcas que dependiam desse motor estão recalibrando tudo: de precificação a mix de produto, de criação de conteúdo a escolha de embaixadores. A narrativa era simples e funcionou por mais de uma década: para crescer no luxo, abra na China, localize a comunicação, mapeie o consumidor de cl
16 de set.2 min de leitura


O LUXO ABRIU MENOS LOJAS EM 2026. AS QUE ABRIU SÃO MAIORES, MAIS INTENCIONAIS E MAIS CARAS DE OPERAR.
A abertura de lojas de luxo caiu 46% no primeiro semestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano anterior. A leitura apressada diz que o setor está retraindo. A leitura correta diz outra coisa: as marcas pararam de abrir pontos de venda e passaram a construir destinos. O dado é contundente: 123 mil metros quadrados de inaugurações de lojas de luxo no primeiro semestre de 2026, contra 227 mil no mesmo período de 2025. Uma queda de 46% que, fora de contexto, parece sinal de
14 de set.2 min de leitura


A AUDEMARS PIGUET COLOCOU O ROYAL OAK NO BOLSO. E A SWATCH TRANSFORMOU O RESULTADO EM DESEJO DE MASSA.
Um Royal Oak costuma viver no pulso de quem pode pagar dezenas de milhares de dólares por ele. A nova colaboração da Audemars Piguet com a Swatch fez exatamente o contrário: retirou o relógio do pulso, transformou-o em um objeto pop de bolso e colocou parte de seus códigos visuais ao alcance de um público que provavelmente nunca entrou em uma boutique da maison.
24 de jul.2 min de leitura


A DOLCE & GABBANA VOLTOU A TAORMINA. E, DE REPENTE, TUDO FEZ SENTIDO DE NOVO.
Tem marcas que parecem mais interessantes quando tentam se reinventar. A Dolce & Gabbana é o contrário: quanto mais volta para a Sicília, mais atual parece. Catorze anos depois de apresentar em Taormina o primeiro capítulo de seu projeto de Alta Moda, Domenico Dolce e Stefano Gabbana voltaram à cidade para mostrar a Alta Sartoria no Teatro Antico. O Mar Jônico, o Etna, as pedras do teatro e mais de dois mil anos de história estavam ali, mas o que mais me chamou atenção não fo
20 de jul.2 min de leitura


DEPOIS DE VINTE ANOS EM WIMBLEDON, A RALPH LAUREN DEIXOU DE PARECER UMA MARCA PATROCINADORA. VIROU PARTE DA TRADIÇÃO.
Tem um momento em que uma parceria deixa de precisar se explicar. Você não olha mais para ela como um patrocínio, ela simplesmente faz sentido. É exatamente isso que acontece hoje entre a Ralph Lauren e Wimbledon.
13 de jul.2 min de leitura


NA GUCCI DE DEMNA, O CORPO VOLTOU A SER O SUFICIENTE.
Com 'Primavera', sua primeira coleção completa em passarela, Demna encerrou dez anos de maximalismo e devolveu à Gucci algo que ela havia esquecido: a roupa que não precisa de personagem para existir. Existe um tipo de silêncio que só quem esteve muito tempo falando alto consegue produzir com autoridade. É o silêncio de quem sabe o que está deixando de fazer e escolhe deixar. A coleção Primavera, com a qual Demna Gvasalia apresentou seu primeiro trabalho completo em passare
10 de jul.3 min de leitura


A LOUIS VUITTON GASTOU MILHÕES PARA CRIAR ALGO QUE O MUNDO COMPARTILHOU DE GRAÇA
No dia 23 de junho, Pharrell Williams construiu uma praia completa no coração de Paris: onda de 8 metros, areia real, água da rede municipal. O mundo inteiro parou para ver. Isso não é moda, é estratégia de conteúdo operando na escala mais alta que existe. Existe uma pergunta que as marcas de alto padrão raramente fazem em voz alta porque a resposta é desconfortável: quanto custa uma campanha que o mundo inteiro compartilha voluntariamente? A Louis Vuitton sabe a resposta e
29 de jun.2 min de leitura


O BRASIL QUE KEITH HARING ENCONTROU E QUE A LOUIS VUITTON TROUXE DE VOLTA
Em 1984, Keith Haring chegou a Serra Grande sem telefone e quase sem eletricidade. Voltou com uma paleta diferente. Em maio de 2026, a Louis Vuitton apresentou o Cruise 2027 no The Frick Collection, em Nova York, em diálogo direto com a Keith Haring Foundation e cinco modelos brasileiras desceram a passarela que atravessa esse encontro. A pintura chama 'Brazil'. Keith Haring a fez em 1989, cinco anos depois da primeira vez que foi ao país. O que ele registrou não era cartão
23 de mai.3 min de leitura


UMA VISITA AO CAFÉ DA LOUIS VUITTON EM MILÃO E A SENSAÇÃO DE TER PASSADO POR UMA DAS LOJAS MAIS INTELIGENTES DO MUNDO.
A arquiteta Carolina Arruda de Campo Grande entrou achando que era só um café no Quadrilátero da Moda. Por trás havia uma estrutura inteira projetada com neurociência aplicada, biofilia e uma estratégia de fluxo que ela, com o olhar de quem entende de espaço, conseguiu nomear com precisão. Durante a Semana de Arquitetura de Milão, Carolina Arruda entrou no que achava ser o café da Louis Vuitton no Quadrilátero da Moda. Ela queria almoçar. Comeu risoto, tomou uma taça de vin
18 de mai.3 min de leitura


A CHANEL PEGOU O SOM. O DIOR PEGOU O ROSTO. OS DOIS ESCOLHERAM O BRASIL.
No mesmo ciclo de Cruise 2027, a Chanel abriu seu desfile em Biarritz com 'Aquarela do Brasil' e o Dior colocou Victoria Blecher no Chaplin Stage de Los Angeles. Duas escolhas distintas que, lidas juntas, revelam algo sobre como o luxo global passou a enxergar o Brasil, não como mercado. Como vocabulário. Há formas diferentes de um país aparecer num desfile de moda. Pode aparecer como tema, quando a coleção inteira é construída como homenagem declarada a uma cultura. Pode a
15 de mai.4 min de leitura


O DIOR CRUISE 2027 ACONTECEU EM HOLLYWOOD E NÃO FOI POR ACASO.
No Chaplin Stage — o mesmo estúdio onde Charlie Chaplin filmava, Jonathan Anderson construiu um desfile que não citou o cinema.
14 de mai.3 min de leitura


O GRÜNDLER SPA NÃO É UM ESPAÇO DE EVENTO. É UM ESPAÇO DE MEMÓRIA.
O mercado de experiências de marca chegou a um ponto de esgotamento que o próprio mercado ainda não nomeou com clareza. O coquetel de lançamento, o pop-up de coleção, a ativação em espaço alugado… todos esses formatos pressupõem um consumidor disposto a receber uma mensagem comercial dentro de um contexto que ele já identificou como comercial. O consumidor de alto padrão, especificamente, desenvolveu uma resistência imunológica a esses ambientes: ele reconhece o esforço de ve
23 de abr.3 min de leitura


DUZENTAS PESSOAS. TRINTA ANOS. UMA LOJA QUE CAMPO GRANDE NÃO ESPERAVA.
A inauguração foi a materialização da relação que Ana Rebelato construiu pessoa por pessoa, ao longo de trinta anos, e que encontrou na nova
11 de abr.2 min de leitura


O PALÁCIO DE MILÃO NÃO É UM INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO. É UMA TESE.
A JHSF construiu em São Paulo algo que não tem precedente na América Latina: um ecossistema de luxo verticalmente integrado, onde o mesmo grupo controla o ativo imobiliário, a operação de varejo premium, a rede hoteleira de referência, a infraestrutura aeroportuária para aviação executiva e, agora, o veículo financeiro que capitaliza tudo isso.
9 de abr.4 min de leitura
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