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TUDO


A ACNE STUDIOS DEVOLVEU DESEJO AO PAPEL.
Para celebrar seus 30 anos, a Acne Studios não escolheu apenas uma campanha retrospectiva. A marca publicou uma nova edição da Acne Paper e levou bancas cor-de-rosa para as ruas de Paris, Londres, Nova York e Tóquio. Em Paris, a revista ocupou um quiosque às margens do Sena e uma livraria especializada; em Londres, apareceu dentro de uma cabine na Soho Square; em Nova York, virou banca no Meatpacking District. A distribuição fazia parte da ideia… encontrar a publicação na cid
7 de ago.2 min de leitura


FRANCESCA FOI PARA A RENNER E LEVOU A IDENTIDADE COM ELA.
A marca paulistana conhecida pelo brutalismo, pela geometria e por peças com lógica de design própria acaba de lançar uma coleção cápsula disponível nos canais da Renner. A pergunta que qualquer collab assim levanta: o que acontece com a identidade de uma marca quando ela vai para 500 lojas?
27 de jul.2 min de leitura


A AUDEMARS PIGUET COLOCOU O ROYAL OAK NO BOLSO. E A SWATCH TRANSFORMOU O RESULTADO EM DESEJO DE MASSA.
Um Royal Oak costuma viver no pulso de quem pode pagar dezenas de milhares de dólares por ele. A nova colaboração da Audemars Piguet com a Swatch fez exatamente o contrário: retirou o relógio do pulso, transformou-o em um objeto pop de bolso e colocou parte de seus códigos visuais ao alcance de um público que provavelmente nunca entrou em uma boutique da maison.
24 de jul.2 min de leitura


A DOLCE & GABBANA VOLTOU A TAORMINA. E, DE REPENTE, TUDO FEZ SENTIDO DE NOVO.
Tem marcas que parecem mais interessantes quando tentam se reinventar. A Dolce & Gabbana é o contrário: quanto mais volta para a Sicília, mais atual parece. Catorze anos depois de apresentar em Taormina o primeiro capítulo de seu projeto de Alta Moda, Domenico Dolce e Stefano Gabbana voltaram à cidade para mostrar a Alta Sartoria no Teatro Antico. O Mar Jônico, o Etna, as pedras do teatro e mais de dois mil anos de história estavam ali, mas o que mais me chamou atenção não fo
20 de jul.2 min de leitura


A HERMÈS NÃO NOMEOU UMA SUCESSORA. ESCOLHEU UMA TESE.
Depois de 37 anos de Véronique Nichanian no masculino, a casa mais cautelosa do luxo mundial entregou a direção criativa a Grace Wales Bonner. Isso não é uma decisão de casting. É uma declaração sobre o que a alfaiataria de herança ainda pode dizer.
15 de jul.3 min de leitura


DEPOIS DE VINTE ANOS EM WIMBLEDON, A RALPH LAUREN DEIXOU DE PARECER UMA MARCA PATROCINADORA. VIROU PARTE DA TRADIÇÃO.
Tem um momento em que uma parceria deixa de precisar se explicar. Você não olha mais para ela como um patrocínio, ela simplesmente faz sentido. É exatamente isso que acontece hoje entre a Ralph Lauren e Wimbledon.
13 de jul.2 min de leitura


NA GUCCI DE DEMNA, O CORPO VOLTOU A SER O SUFICIENTE.
Com 'Primavera', sua primeira coleção completa em passarela, Demna encerrou dez anos de maximalismo e devolveu à Gucci algo que ela havia esquecido: a roupa que não precisa de personagem para existir. Existe um tipo de silêncio que só quem esteve muito tempo falando alto consegue produzir com autoridade. É o silêncio de quem sabe o que está deixando de fazer e escolhe deixar. A coleção Primavera, com a qual Demna Gvasalia apresentou seu primeiro trabalho completo em passare
10 de jul.3 min de leitura


A AVÓ DO JACQUEMUS FOI AO MET GALA. A AVÓ DA SASHA VIROU COLEÇÃO
Em um gesto que parou o tapete vermelho, Jacquemus levou a avó ao Met Gala como acompanhante. Meses depois, Sasha Meneghel apresentou uma coleção da Mondepars inteira inspirada na trajetória da avó Alda. Os dois momentos não se combinaram por acaso. A moda está colocando as avós na primeira fila e isso diz mais sobre o presente do que qualquer tendência. O Met Gala é a noite mais fotografada da moda, todo mundo chega com um acompanhante calculado... uma parceria estratégica
31 de mai.2 min de leitura


O BRASIL QUE KEITH HARING ENCONTROU E QUE A LOUIS VUITTON TROUXE DE VOLTA
Em 1984, Keith Haring chegou a Serra Grande sem telefone e quase sem eletricidade. Voltou com uma paleta diferente. Em maio de 2026, a Louis Vuitton apresentou o Cruise 2027 no The Frick Collection, em Nova York, em diálogo direto com a Keith Haring Foundation e cinco modelos brasileiras desceram a passarela que atravessa esse encontro. A pintura chama 'Brazil'. Keith Haring a fez em 1989, cinco anos depois da primeira vez que foi ao país. O que ele registrou não era cartão
23 de mai.3 min de leitura


A CHANEL PEGOU O SOM. O DIOR PEGOU O ROSTO. OS DOIS ESCOLHERAM O BRASIL.
No mesmo ciclo de Cruise 2027, a Chanel abriu seu desfile em Biarritz com 'Aquarela do Brasil' e o Dior colocou Victoria Blecher no Chaplin Stage de Los Angeles. Duas escolhas distintas que, lidas juntas, revelam algo sobre como o luxo global passou a enxergar o Brasil, não como mercado. Como vocabulário. Há formas diferentes de um país aparecer num desfile de moda. Pode aparecer como tema, quando a coleção inteira é construída como homenagem declarada a uma cultura. Pode a
15 de mai.4 min de leitura


O DIOR CRUISE 2027 ACONTECEU EM HOLLYWOOD E NÃO FOI POR ACASO.
No Chaplin Stage — o mesmo estúdio onde Charlie Chaplin filmava, Jonathan Anderson construiu um desfile que não citou o cinema.
14 de mai.3 min de leitura


DUZENTAS PESSOAS. TRINTA ANOS. UMA LOJA QUE CAMPO GRANDE NÃO ESPERAVA.
A inauguração foi a materialização da relação que Ana Rebelato construiu pessoa por pessoa, ao longo de trinta anos, e que encontrou na nova
11 de abr.2 min de leitura


RICARDO ALMEIDA
Ricardo Almeida deixou o protagonismo do logo de lado e passou a investir em códigos próprios de design.
16 de fev.1 min de leitura


OS MARCOS QUE EXPLICAM POR QUE VALENTINO ATRAVESSOU O TEMPO
A morte de Valentino Garavani , aos 93 anos, vai além do fato jornalístico. Ela pede leitura. Não apenas sobre o passado, mas sobre o que sustenta uma marca quando o criador não está mais presente. Valentino não se tornou referência por uma coleção específica ou por um momento de exposição. Ele atravessou décadas porque construiu marcos estruturais… decisões repetidas, coerentes e silenciosas que transformaram um estilista em linguagem. A seguir, os principais marcos que aj
20 de jan.4 min de leitura


QUANDO UMA MARCA ESCOLHE A MÃO HUMANA: O ANÚNCIO DA HUGO BOSS CRIADO EM PAPEL
Hugo Boss e Julia Steiner.
5 de jan.2 min de leitura


VOGUE E GQ LANÇAM MONTAGNA MILANO, O ALPINE CLUB URBANO QUE LEVA A MONTANHA PARA O CORAÇÃO DE MILÃO
Durante a Milano Fashion Week Uomo, a cidade acostumada a ditar tendências urbanas, olha para cima. Literalmente. Vogue Itália e GQ Itália, em colaboração inédita com a K-Way, apresentam Montagna Milano – The Alpine Club in Town , um espaço criado para transportar o espírito da montanha para o coração da capital da moda. Não como cenário, mas como linguagem cultural. Mais do que um evento, Montagna Milano nasce como um ponto de encontro entre moda, esporte, cultura e lifes
19 de dez. de 20252 min de leitura


SKIMS: ENTRE O HYPE, A ESTRATÉGIA E OS US$ 5 BILHÕES — O QUE REALMENTE SUSTENTA A MARCA MAIS DISCUTIDA DO MOMENTO
A ascensão da Skims não é um acidente. É um estudo de caso contemporâneo sobre como cultura, influência, timing e estratégia de marca se entrelaçam em um mercado onde atenção vale tanto quanto margens e onde relevância cultural pode ser mais determinante do que tradição. Nasceu em 2019 como um shapewear inclusivo assinado por Kim Kardashian. Em 2025, rompe a barreira dos US$ 5 bilhões de valuation e se posiciona como uma das marcas de consumo mais promissoras da década. Mas
22 de nov. de 20254 min de leitura


QUANDO A MODA ACOLHE A MEMÓRIA: O GESTO MAIS ÍNTIMO DE JACQUEMUS
Há momentos em que uma campanha deixa de ser publicidade e se torna linguagem, um território onde estética, afeto e narrativa caminham juntos. Foi exatamente isso que Jacquemus fez em “Le Valérie”. A nova bolsa, batizada em homenagem à mãe do designer, nasce daquilo que o Luxo contemporâneo mais busca: verdade emocional com direção criativa impecável. Não é uma campanha sobre ausência. É sobre presença . Sobre a beleza que permanece mesmo quando a vida muda de forma. A estr
13 de nov. de 20253 min de leitura


DA CAMISETA BÁSICA AO DESEJO FASHION: COMO A HERING ESTÁ SE REINVENTANDO SEM PERDER SUA ESSÊNCIA?
Durante anos, a Hering ocupou com conforto o lugar de marca funcional, democrática e acessível. Mas, nos últimos tempos, a gigante dos básicos vem desbravando um novo território: o do desejo.
15 de ago. de 20251 min de leitura


MADRESANTA DROP PARIS: O OLHAR QUE TRANSFORMA GARIMPO EM DESEJO
Em um ano especial para a Madresanta , que celebrou duas décadas de história, a marca apresenta um novo capítulo em sua trajetória de curadoria refinada: o Drop Paris , uma coleção cápsula de peças desenvolvidas pelo time criativo diretamente da capital mundial da moda. A fundadora e CEO Carol Comin embarcou pessoalmente para Paris em busca do raro, do feito à mão, do que carrega alma e sofisticação.Cada peça traz não apenas a etiqueta da Madresanta, mas também a assinatura d
17 de jul. de 20252 min de leitura
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