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TUDO
O MERCADO CRIATIVO CRESCEU. O ESPAÇO PARA AS MARCAS SE APRESENTAREM A ELE AINDA NÃO.
A ausência de um evento de referência em 2026 revelou um problema que vai além do calendário: marcas de alto padrão no segmento de arquitetura, design e decoração não têm, no Centro-Oeste, um contexto físico à altura do público que precisam alcançar. Essa lacuna tem custo. E o mercado começa a calcular. Para uma marca de alto padrão que opera no segmento de arquitetura e design, a questão raramente é falta de cliente. Em Campo Grande, o cliente existe, o ticket médio existe,
há 5 dias3 min de leitura


A LOUIS VUITTON NÃO CRIOU UM CARRO. CRIOU UM CONTEXTO PARA TUDO QUE VOCÊ LEVA NELE.
A colaboração com a Singer, ateliê californiano especializado em reinterpretar Porsches 911, diz menos sobre automobilismo e mais sobre o que a Louis Vuitton sempre fez: transformar o ato de viajar num argumento de design. O carro, aqui, é o novo baú.
17 de ago.3 min de leitura


A TELA JÁ NÃO BASTA PARA O ALTO PADRÃO.
O custo por clique subiu, a atenção disponível por impressão caiu e o cliente mais valioso do mercado desenvolveu os filtros mais sofisticados justamente porque é o mais perseguido. Nesse cenário, presença física deixou de ser complemento da estratégia digital e passou a ser o que o digital não consegue mais oferecer: contexto, atenção integral e memória de marca.
14 de ago.3 min de leitura


ON CHEGOU AO BRASIL PELO JK IGUATEMI.
Ontem, 30 de julho, a ON abriu sua primeira loja própria no Brasil no JK Iguatemi.
E, para mim, o endereço é quase mais interessante do que a inauguração.
31 de jul.2 min de leitura


FORA DO EIXO, O LUXO NÃO PODE DEPENDER DO AMBIENTE. TEM QUE SER O AMBIENTE.
Em São Paulo, uma marca de alto padrão se beneficia do contexto: a rua certa, os vizinhos certos, o tráfego qualificado que já existe antes de abrir a porta. Fora do eixo, esse contexto não está dado. Cada ponto de contato precisa construir, sozinho, o que na capital vem de graça. Isso muda tudo sobre como o Luxo tem que operar.
29 de jul.3 min de leitura


A AUDEMARS PIGUET COLOCOU O ROYAL OAK NO BOLSO. E A SWATCH TRANSFORMOU O RESULTADO EM DESEJO DE MASSA.
Um Royal Oak costuma viver no pulso de quem pode pagar dezenas de milhares de dólares por ele. A nova colaboração da Audemars Piguet com a Swatch fez exatamente o contrário: retirou o relógio do pulso, transformou-o em um objeto pop de bolso e colocou parte de seus códigos visuais ao alcance de um público que provavelmente nunca entrou em uma boutique da maison.
24 de jul.2 min de leitura


A DOLCE & GABBANA VOLTOU A TAORMINA. E, DE REPENTE, TUDO FEZ SENTIDO DE NOVO.
Tem marcas que parecem mais interessantes quando tentam se reinventar. A Dolce & Gabbana é o contrário: quanto mais volta para a Sicília, mais atual parece. Catorze anos depois de apresentar em Taormina o primeiro capítulo de seu projeto de Alta Moda, Domenico Dolce e Stefano Gabbana voltaram à cidade para mostrar a Alta Sartoria no Teatro Antico. O Mar Jônico, o Etna, as pedras do teatro e mais de dois mil anos de história estavam ali, mas o que mais me chamou atenção não fo
20 de jul.2 min de leitura


A HERMÈS NÃO NOMEOU UMA SUCESSORA. ESCOLHEU UMA TESE.
Depois de 37 anos de Véronique Nichanian no masculino, a casa mais cautelosa do luxo mundial entregou a direção criativa a Grace Wales Bonner. Isso não é uma decisão de casting. É uma declaração sobre o que a alfaiataria de herança ainda pode dizer.
15 de jul.3 min de leitura


O BRASIL NÃO CHEGOU ATRASADO AO LUXO. CHEGOU NA HORA EM QUE O LUXO DECIDIU SER OUTRA COISA.
Enquanto o mercado global redescobre que artesanato e longevidade valem mais do que logotipo, o consumidor brasileiro formado pelo agronegócio já sabia disso. A questão é se as marcas vão perceber antes que ele deixe de esperar.
13 de jul.3 min de leitura
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