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MATCH POINT DO LUXO

  • 16 de jun. de 2025
  • 2 min de leitura

Quando o tênis vira passaporte para experiências exclusivas e o esporte, um novo palco do desejo.


Imagine assistir a uma final de Wimbledon de camarote, com jantar assinado por um chef estrelado, tratamento de spa pré-jogo com produtos Dior, e um gift personalizado da Louis Vuitton à sua espera no hotel. Não é delírio, é tendência: o tênis virou o novo epicentro do Luxo emocional.


Marcas, resorts e destinos entenderam o que poucos ainda perceberam: o esporte branco agora colore o imaginário de uma nova geração de viajantes de alto padrão, aqueles que não querem apenas consumir, mas viver dentro da experiência.


Grand Slams, experiências sob medida e passaportes premium.


Em torneios como Roland Garros, Wimbledon e US Open, o que antes era lugar de torcedor virou território de marcas. Camarotes assinados por maisons, lounges com curadoria de lifestyle e experiências pré-agendadas para poucos (muito poucos) estão redefinindo o turismo esportivo.


Entre os highlights:

  • Jantares privados com tenistas em locais secretos, oferecidos por marcas como Rolex e Moët & Chandon.

  • Viagens com roteiro de bem-estar, onde você assiste aos jogos e, no dia seguinte, faz um detox digital ou joga com um ex-atleta profissional.

  • Hospedagens personalizadas que unem design, silêncio e alta performance (com presença de redes como Aman, Bulgari Hotels e Rosewood).


O tênis tem tudo o que o novo Luxo deseja: tradição, estética e ritual.


Poucos esportes carregam tantos códigos sofisticados quanto o tênis: silêncio como respeito, roupas como extensão da identidade, tempo como ativo valioso. Não é surpresa que marcas como Dior, Lacoste, Casablanca e Ralph Lauren estejam renovando seus olhares sobre o esporte — não só vestindo atletas, mas contando histórias para um novo público.

E não estamos falando só de roupas. Estamos falando de narrativas.



Por que isso importa, inclusive para o Brasil.


Países como Japão, Reino Unido, EUA e França já usam o tênis como motor para o turismo de Luxo. E o Brasil?


Ainda tímido, mas com potencial enorme. Locais como Campos do Jordão, Itaipava e Trancoso já poderiam oferecer experiências inspiradas no universo do tênis: torneios-boutique, retiros com clínicas de tênis, colaborações com marcas nacionais.


O tênis não é só um esporte. É uma oportunidade de posicionamento.


Para hotéis, destinos, clubes, marcas e criadores de experiências.


O tênis nos ensina sobre timing, silêncio e potência e o Luxo aprendeu a escutar.


Este é o momento em que o esporte vira palco sensorial, e o Luxo, narrativa.


Não se trata apenas de VIPs na primeira fila. Trata-se de fazer parte de um jogo onde quem ganha é quem sente.


Match point, BFers!

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