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TUDO


UMA LOJA INTEIRA DA CHANEL. SEM NADA DA CHANEL.
O artista americano Tom Sachs transformou seu estúdio no SoHo, em Nova York, em uma versão artesanal da 31 Rue Cambon, o endereço mais emblemático da Chanel em Paris. Tem fachada, escadaria espelhada, bolsas, sapatos, joias e até os famosos conjuntos de tweed. Mas existe um detalhe que muda completamente a visita: nada ali foi produzido pela maison, e nenhuma das peças está à venda.
16 de out.3 min de leitura


HERMÈS COLOCA NOVA YORK À MESA EM JANTAR PARA CELEBRAR NOVA BOUTIQUE NO BROOKLYN
Para marcar sua chegada definitiva a Williamsburg, a maison francesa transformou o skyline da cidade em uma instalação que atravessou a mesa de jantar e levou o conceito da arquitetura até o menu.
8 de out.2 min de leitura


A ALO FRETOU UM SUPERIATE DE 72 METROS DURANTE O FESTIVAL DE CANNES E TRANSFORMOU O CONVÉS EM CLUBE DE WELLNESS.
A marca de roupas de ginástica que virou referência de lifestyle de luxo estava ancorada na Riviera Francesa enquanto o mundo inteiro olhava para o tapete vermelho. Como a ALO construiu a ativação mais desejada de Cannes sem disputar um centímetro de tapete vermelho?
2 de out.2 min de leitura


UMA SERPENTE BVLGARI DE 10 METROS. E NADA ESTAVA À VENDA.
De 10 a 20 de setembro, qualquer pessoa que passasse pelo parque suspenso mais fotografado de Manhattan encontrava a Serpenti Infinito no caminho. Entrada gratuita, sem loja, sem produto. A história de uma campanha que não precisa pedir atenção porque já está no percurso de quem passa.
30 de set.2 min de leitura


A CASA ENTRE E O QUE ELA REPRESENTA PARA O MERCADO DE ALTO PADRÃO EM CAMPO GRANDE.
Em um mercado que está aprendendo que experiência vale mais que produto, e numa cidade onde o contexto físico qualificado para marcas premium sempre foi escasso, a Casa Entre chega como resposta a uma lacuna que o setor já sabia que existia. Não é um showroom. Não é um evento. É um espaço construído para o tipo de encontro que o luxo precisa e que Campo Grande ainda não tinha. O mercado global de luxo está chegando a uma conclusão que qualquer profissional de relacionamento
23 de set.2 min de leitura


O LUXO ABRIU MENOS LOJAS EM 2026. AS QUE ABRIU SÃO MAIORES, MAIS INTENCIONAIS E MAIS CARAS DE OPERAR.
A abertura de lojas de luxo caiu 46% no primeiro semestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano anterior. A leitura apressada diz que o setor está retraindo. A leitura correta diz outra coisa: as marcas pararam de abrir pontos de venda e passaram a construir destinos. O dado é contundente: 123 mil metros quadrados de inaugurações de lojas de luxo no primeiro semestre de 2026, contra 227 mil no mesmo período de 2025. Uma queda de 46% que, fora de contexto, parece sinal de
14 de set.2 min de leitura


A TELA JÁ NÃO BASTA PARA O ALTO PADRÃO.
O custo por clique subiu, a atenção disponível por impressão caiu e o cliente mais valioso do mercado desenvolveu os filtros mais sofisticados justamente porque é o mais perseguido. Nesse cenário, presença física deixou de ser complemento da estratégia digital e passou a ser o que o digital não consegue mais oferecer: contexto, atenção integral e memória de marca.
14 de ago.3 min de leitura
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