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DO COURT AO GRID: QUANDO O LUXO ENTROU EM JOGO E NÃO SAIU MAIS

  • 27 de jul. de 2025
  • 2 min de leitura

O que Lorenzo Musetti tem em comum com uma largada da Fórmula 1?

A resposta está menos no tênis e mais na estratégia: ambos viraram território quente para as marcas de luxo.

O tenista italiano foi anunciado como novo embaixador da Bottega Veneta e ele está longe de ser o único. Gucci, Dior, Louis Vuitton, Miu Miu, Burberry: todas já entenderam que o novo luxo não vive apenas das passarelas. Ele precisa de pulsação, movimento, timing.

O esporte virou palco.

E o luxo, um personagem central.

 

Tênis - O novo “match point” do luxo? Estilo em jogo real.


 

As quadras deixaram de ser apenas cenário de competição para se tornarem verdadeiras extensões das passarelas.

Jannik Sinner desfila Gucci entre um saque e outro. Coco Gauff aparece de Miu Miu como quem lança uma tendência em tempo real. Musetti veste Bottega com uma naturalidade que nenhuma campanha ensaiada entrega.

Wimbledon, por sua vez, virou o red carpet silencioso que a moda mais respeita: sem distrações, sem exageros, apenas rigor, postura e aura aristocrática.

Não é à toa que já se fala no “efeito túnel”, o equivalente europeu do túnel da NBA, onde cada entrada é conteúdo, e cada look vira case de engajamento.

 

Velocidade e valor: o grid virou passarela

A Fórmula 1 entendeu seu momento como poucas indústrias.

Ferrari se une à Richard Mille. IWC entra no cockpit da Mercedes-AMG. Lewis Hamilton? Assina com Tommy Hilfiger e circula como ícone da fusão entre performance e lifestyle.

Aqui, o status não está só nos carros. Está no acesso. No bastidor.

No storytelling que circula antes mesmo da bandeira baixar.

E claro: no olhar que transforma cada aparição em desejo narrado.

 

O que está em jogo, afinal?

Não é só collab.

Não é só estética.

É construção de cultura.

É entender que o consumidor de hoje não quer apenas exclusividade, ele quer pertencimento.

Quer vestir histórias, não apenas marcas.

Quer ver representatividade, disciplina, propósito.

E se identificar com ícones que conquistam seus espaços com carisma, mérito e estilo.

 

O novo Luxo se move...

Ele transpira. Ele performa. Ele vive.

Ele aparece nos bastidores dos grandes torneios e não apenas nos camarotes.

Ele está nas entrelinhas, nos detalhes, na espontaneidade com estratégia.

Porque o novo Luxo não precisa se impor.

Ele se expressa.

 

Por Bia Figueiredo

Estrategista de branding e especialista em mercado de Luxo

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