A MESA COMO PATRIMÔNIO AFETIVO: O ENCONTRO ENTRE TÂNIA BULHÕES E BETHY LAGARDÈRE
- 2 de dez. de 2025
- 3 min de leitura
A colaboração entre Tânia Bulhões e Bethy Lagardère reafirma a mesa como um patrimônio afetivo, um território onde estética, memória e identidade se encontram.
No evento realizado em São Paulo, as duas anfitriãs abriram seu repertório cultural e sensorial para apresentar uma curadoria de toalhas de mesa, jogos americanos e guardanapos que devolvem profundidade ao ato de receber.
E, como não poderia deixar de ser, fizeram isso com o charme inconfundível dos presentes icônicos que elas sempre entregam… uma assinatura silenciosa que já faz parte da aura das duas.

Uma colaboração que une história, estilo e sensibilidade
Tânia representa o Brasil que sabe misturar cor, flor, porcelana e afeto com naturalidade.
Bethy traz o olhar cosmopolita, construído ao longo de anos entre viagens, coleções pessoais e o refinamento da vida social europeia.
O resultado é uma mesa que não é só posta, é narrada.
Peças garimpadas ao redor do mundo, tecidos com história, bordados que pedem aproximação. Toalhas que já carregam vida antes mesmo de chegarem às mãos de quem recebe. Uma estética que une memória + curadoria + afeto, três pilares fundamentais do novo Luxo doméstico.
O evento em SP: estética, narrativa e hospitalidade
Na loja flagship de Tânia, nos Jardins, o encontro reuniu um grupo seleto de convidadas, arquitetas, colecionadoras, formadoras de opinião, amantes da mesa posta e do lifestyle brasileiro.
A atmosfera foi construída como um ritual:
• Mesas que mais pareciam instalações artísticas;
• Tecidos que despertavam vontade de toque;
• Composições florais orgânicas;
• Gastronomia mineira servida como abraço;
• Conversas sobre memória, viagem, lar e acolhimento.
E, claro, os presentes icônicos: uma tradição tanto de Tânia quanto de Bethy… pequenas joias de lifestyle que vão de porcelanas a objetos de mesa, embalados com cuidado quase cerimonial.
Esses presentes não são brindes: são códigos de pertencimento, marcadores sociais e afetivos que ampliam a experiência.
Por que essa collab importa para o mercado de Luxo e para o branding
Essa parceria reflete tendências globais do consumo high-end:
1. O luxo doméstico se consolidou
A casa virou cenário emocional e sensorial.
E marcas que entendem isso estão em vantagem.
2. Curadoria é o novo diferencial competitivo
O valor não está na peça isolada, mas no olhar que a escolhe.
3. O afeto virou estratégia
Mais do que estética, o consumidor quer narrativas que o toquem.
4. O presente como extensão da marca
Presentear virou gesto estratégico, é branding emocional e ampliação da memória da experiência.
5. O lar como espaço de expressão
Mesa posta é linguagem visual, cultural e identitária.
A collab entre Tânia e Bethy materializa tudo isso:
é estética, é repertório, é cultura… e, acima de tudo, é afeto consciente transformado em produto e experiência.
Toalhas que contam histórias e criam novas
Ao apresentar uma curadoria de tecidos colecionados ao redor do mundo, Bethy reforça aquilo que sempre foi seu talento: transformar mundo em memória.
E Tânia, com sua habilidade de traduzir o Brasil elegante, sensorial e acolhedor, dá palco e poesia a essa narrativa.
A mesa posta deixa de ser objeto decorativo e passa a ser patrimônio afetivo… algo que se herda, se vive e se compartilha.
Para mim a beleza importa… Mas o significado importa mais!
E essa collab me lembrou que Luxo não está no preço, mas na intenção.
Não está no objeto, mas na história que ele desperta.
E que a mesa, talvez o espaço mais íntimo da casa, é o maior símbolo de afeto que existe.
Tânia e Bethy não criaram produtos.
Criaram um rito.
E ritos, quando bem-feitos, permanecem.
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Bia Figueiredo
Branding, curadoria e comportamento no mercado de Luxo.
Para marcas que entendem que elegância é também uma forma de estratégia.
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